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Edição nº 109

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Edição nº 109  
 Janeiro de 2018

Editorial

Recentemente, o ministro da Defesa da Argentina declarou que diante do orçamento da área, o país não podia se dar ao luxo de ter mais de uma força operando meios aéreos. Estava tentando acabar com uma discussão sobre quem ficaria com cinco caças-bombardeiros Dassault Super Étendard, que chegarão ao país para defender o espaço aéreo de uma importante cúpula internacional.

Ao combater a duplicidade de capacidades, o ministro deixava claro que o orçamento militar da nação deve ser maximizado, as capacidades se complementando e as forças operando de forma cada vez mais conjunta.

A Argentina já não possui um porta-aviões desde a desativação do ARA 25 de Mayo em 1997, o que faz com que a existência da Aviacción Naval seja repetidamente discutida.

No Brasil existe um esforço em andamento junto ao Ministério da Defesa, visando o fortalecimento do Estado-Maior Conjunto. O objetivo destas discussões é a criação de Forças Armadas extremamente operacionais, capazes de apresentar uma dissuasão efetiva, e não somente na ordem de batalha, abrindo caminho para uma participação cada vez maior da sociedade nos esforços de defesa do país.

Além de organogramas e meios complementares, o que imediatamente libera grandes fatias dos orçamentos de cada uma das três forças para atividades fim específicas, amplamente dominadas por cada uma, a medida criaria órgãos específicos voltados para as áreas de aquisições e adequação. O que é preciso é que se leve em conta uma complementariedade efetiva e não apenas no papel, como ocorre diversas vezes. Mas há anos a Brigada Paraquedista vem efetivamente sendo servida pela Força Aérea, e a Esquadra vem, de fato, provendo meios para o treinamento do ataque aéreo naval.

Talvez um bom começo, para diminuir esta distância cultural entre as três forças seria a adoção de um cocar único para as três aviações hoje existentes. Afinal, há que se lembrar que todos voam por um único país e não para esta ou aquela força...

 


Índice

Chega o SC-105!        
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O vetor de busca e salvamento do 2o/10o GAV
Por: Leandro Casella.

Em 2017 a Força Aérea Brasileira (FAB) recebeu um novo vetor SAR, que chegou com o status de mais eficiente entre todas as aeronaves já empregadas nas missões de busca e salvamento no Brasil. Trata-se do primeiro de dois SC-105, uma versão especificamente configurada com diversos recursos e capacidades do modelo de patrulha naval C295 MPA (Maritime Patrol Aircraft) Persuader.   Pág. 34

Asas do Norte        
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A surpreendente capacidade aeroespacial da Suécia.
Por: Marcelo Mendonça

Do B17 ao Gripen, passando pelos revolucionários Draken e Viggen, a linhagem de caças suecos produzidos pela Saab evoluiu seguindo dois conceitos básicos: investimento maciço em tecnologia e a necessidade de defender seu território de maneira independente.   Pág. 22

E o Brasil foi buscar...        
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Os Hércules da FAB resgatam nacionais em apuros!
Por: Carlos Lorch

Quatro missões em que os Lochkeed C-130 Hercules da Força Aérea Brasileira foram decisivos no resgate e repatriamento de brasileiros em situação de risco no exterior.   Pág. 46

Sea Venom        
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O novo míssil antinavio da MBDA
Por: Leandro Casella

Sucessor do Sea Skua, o MBDA Sea Venom/ANL será o armamento padrão para missões ASuW – Anti-Surface Warfare/Guerra Antissuperfície dos AW159 Wildcat britânicos, e, ao que tudo indica, um sério candidato a equipar os demais usuários de Super Lynx e Wildcat espalhados pelo mundo, inclusive o Brasil, que atualmente está em franco processo de modernização do seus AH-11A. Mas quais são as características e capacidades do novo míssil da MBDA? O que ele poderia agregar ao 1o Esquadrão de Helicópteros de Esclarecimento e Ataque (HA-1)? É o que veremos a seguir.   Pág. 56

Força de Elite!        
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A Aviação do Exército Colombiano Hoje
Por: Santiago Rivas

A Aviação do Exército Colombiano é a mais ponderosa entre seus pares na América Latina, com uma enorme frota de helicópteros e, uma pequena, porém crescente de aeronaves de asas fixas. Por viver em situação de combate desde seu nascimento, ela é também extremamente experiente e operacional.   Pág. 64

Um marco na História        
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Passado, presente e futuro do III Comando Aéreo Regional
Por: Luciano R. Melo Ribeiro

Com a reestruturação, o III COMAR, assim como outros seis Comandos Regionais estão saindo de cena, dando lugar a uma nova estrutura calçada nas Alas. Durante 76 anos, o Terceiro Comando Aéreo Regional, sediado no Rio de Janeiro, cumpriu um papel importantíssimo e, ao ser desativado no final deste ano, deixará um legado não só para a FAB, mas para o país: a missão foi cumprida!   Pág. 72

                                                                                                                                                                                                               

 
 

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