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Edição nº 116

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Edição nº 116  
 Março de 2019

Editorial

COMUNICADO IMPORTANTE

Prezados Leitores:

Devido a um problema de impressão alheio a nossa vontade,

a REVISTA FORÇA AÉREA 116 acabou sendo distribuída, inicialmente, no eixo Rio-São Paulo, com uma qualidade gráfica inferior ao nosso padrão.

PEDIMOS DESCULPAS POR ISTO.

JÁ ESTAMOS PROVIDENCIANDO UMA NOVA TIRAGEM.

Pedimos que SÓ COMPREM SEU EXEMPLAR DA RFA 116 a partir da SEGUNDA QUINZENA DE MARÇO, quando já deverá estar circulando em todo país a reimpressão!

ACTION EDITORA

cada vez mais as ações das forças armadas dos países avançados ocorrem de maneira combinada. E isso por diversas razões operacionais, estruturais e financeiras. Com o crescimento da população mundial, as forças armadas precisam se profissionalizar para que pequenos grupos extremamente bem preparados consigam enfrentar multidões. Não há mais lugar para grandes contingentes de conscritos mal preparados. Hoje em dia são preferíveis pequenas frações extremamente letais e bem armadas, mas que sejam capazes de causar enormes danos ao inimigo. Um bom exemplo disso se consegue ver nas ações de elementos de forças especiais – Força Delta, SEALs e SAS – no Afeganistão e no Iraque, onde grupos extremamente pequenos conseguem obter resultados expressivos diuturnamente. Após serem infiltrados, contam com importante apoio, geralmente aéreo, capaz de garantir, em minutos, um poder de fogo muito maior do que forças em maior número à disposição do inimigo.

Estruturalmente, é preferível que forças preparadas para missões iguais ou complementares se fundam em contingentes capazes de realizar tarefas de grande impacto individualmente ou em complementaridade, sob uma única cadeia de comando centralizada, do que correr o risco de preparar grandes forças que não “falam” entre si e acabam fazendo as mesmas coisas.

Financeiramente, a interoperacionalidade permite que o sempre limitado orçamento de defesa seja fatiado para garantir que não ocorra a malfadada duplicidade de meios, permitindo, em seu lugar, uma complementaridade de competências que se somam, o que aumenta a possibilidade que um país adquire de atuar numa diversidade maior de emergências.

Muitas vezes, a falta de visão global do papel de cada força e de seus componentes em relação ao plano de defesa nacional faz com que decisões operacionais, estruturais e financeiras sejam tomadas em benefício de “vontades” particulares das forças singulares. O resultado acaba sendo a aquisição de meios ou equipamentos que, após serem adotados ou adquiridos, precisam “encontrar missões” que justifiquem a sua compra.

Surgem, então, as famosas “invenções”, que são capacidades já existentes em outras forças singulares, nas quais são de primeira necessidade, mas que acabam sendo subutilizadas ao serem adotadas em duplicidade por forças que no fundo não precisam delas. Por mais que se busque argumentos para validar a introdução destes meios e capacidades, a verdade vem à tona quando se examina o preparo das forças armadas de um país de forma completa. Isso sem contar que existe, para preparar seu uso em combate, um vasto trabalho nos bastidores que garante seu apronto, seja no que diz respeito à logística, seja no treinamento.

Mais vale a complementaridade – que traduzindo do papel para o teatro de operações representa as vantagens de um meio 100% preparado e pronto para treinar, operar e completar as missões de seus irmãos de armas – do que aptidões ou equipamentos aparentemente poderosos, mas que, na hora “H”, se tornam inócuos ou, pior, um fardo operacional.

 


Índice

Guardiões dos Andes        
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A Fuerza Aérea del Perú
Por: Amaru Tincopa

No dia 28 de janeiro, a Fuerza Aérea del Perú celebrou seu 100º aniversário, um feito que não passou desapercebido diante da comunidade aeronáutica local e internacional graças à realização de inúmeras atividades comemorativas, ressaltadas por uma importante exibição diante do litoral da capital do país, Lima.   Pág. 26

C-295-REVO        
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Simples, Ágil e Eficiente!
Por: Carlos Lorch

Versátil, o bimotor Airbus C295 é capaz de cumprir inúmeras missões que fazem dele um dos aviões mais populares do mercado. A última capacidade incorporada ao leque de missões do C295 é o Reabastecimento em Voo (REVO), o que dá a futuros operadores um vetor ideal para reabastecer máquinas como helicópteros, turboélices e até ARPs.   Pág. 18

Harpoon        
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Caçando Navios com o AGM-84
Por: Leandro Casella

O AGM-84 Harpoon é sinônimo de míssil antinavio. Capaz de operar sob quaisquer condições climáticas, foi desenvolvido originalmente pela McDonnell Douglas (hoje Boeing). Sua capacidade de navegar a baixa altura com orientação ativa por radar e a dotação de ogivas de alta capacidade explosiva, fazem dele um dos mísseis de maior eficácia de sua categoria. O Harpoon é versátil, e pode ser lançado não só de aeronaves, mas também de navios de superfície, submarinos e baterias de terra.   Pág. 44

Preciso no Ataque!        
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O Helicóptero TAI/Leonardo T129 Mangusta ATAK
Por: Leandro Casella

Primeiro helicóptero de ataque totalmente concebido, desenvolvido e produzido na Europa, o A129 Mangusta entrou em serviço em 1990 junto ao Exército Italiano. Atualmente, o modelo mais moderno deste helicóptero italiano é o T-129B ATAK, uma versão feita sob licença da Leonardo pela Turkish Aerospace Industries (TAI) para o Türk Kara Kuvvetleri (Exército da Turquia), que entrou em serviço em maio de 2014.   Pág. 54

Top Gun! - 1969-2019        
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A US Navy Fighter Weapons School faz 50 Anos!
Por: Marcelo Ribeiro da Silva

O esquadrão ícone de treinamento de combate aéreo dissimilar da Marinha dos Estados Unidos chega ao meio século de vida com vasta experiência, muitas histórias, resultados reais de vitórias sobre os adversários e uma lição importante: uma unidade militar de elite precisa se reinventar sempre para permanecer relevante.   Pág. 64

                                                                                                                                                                                                               

 
 

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