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Venezuela: EUA teria utilizado drones kamikazes no ataque a Caracas

7 de janeiro de 2026
Venezuela: EUA teria utilizado drones kamikazes no ataque a Caracas. Drone kamikaze americano do tipo LUCAS (Low-cost Unmmaned Combat Attack System). Foto: SpektreWorks.
Venezuela: EUA teria utilizado drones kamikazes no ataque a Caracas. Drone kamikaze americano do tipo LUCAS (Low-cost Unmmaned Combat Attack System). Foto: SpektreWorks.

Venezuela: EUA teria utilizado drones kamikazes no ataque a Caracas. Os Estados Unidos teriam utilizado drones de ataque unidirecional na operação realizada em Caracas no dia 03 de janeiro. Com base em vídeos e imagens de moradores locais, analistas observaram o suposto emprego desse tipo de munição nas operações, no que seria o primeiro uso em combate de drones kamikazes pelos americanos.

Vídeos gravados na noite dos ataques mostram um som característico de motores de aeronaves momentos antes do impacto. Analistas afirmam que o som seria muito similar ao de drones iranianos Shahed-136, o que corrobora com relatos de que os americanos utilizaram drones unidirecionais do tipo LUCAS (Low-cost Unmmaned Combat Attack System).

Movido por uma hélice, o LUCAS é um drone “kamikaze” projetado para missões de ataque unidirecional contra alvos fixos e semifixos. O sistema é lançado em direção à área-alvo, onde permanece em voo estacionário até receber a orientação final e, em seguida, realiza um mergulho terminal sobre o objetivo. Seu pequeno motor à combustão tem som semelhante ao de outras munições de ataque de baixo custo movidas a hélice já conhecidas.

O uso dos LUCAS na Operação “Absolute Resolve” em Caracas representa uma mudança na estratégia de emprego de sistemas não tripulados em combate pelos EUA. Se confirmado oficialmente, a operação de 03 de janeiro marca o primeiro caso em que as forças armadas dos EUA empregaram drones do tipo kamikaze em larga escala em condições reais de combate.

Esta ação reforça a importância deste tipo de munição de precisão, as quais se tornaram um elemento padrão em pacotes de ataques modernos. Esses sistemas permitem que as forças armadas ataquem alvos com menor risco para tripulações, com um custo mais baixo em comparação com as munições tradicionais lançadas por via aérea.

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