USAF: F-15 e A-10 podem ser aposentados por projeto de lei. O Congresso Americano estaria disposto a editar a Lei de Autorização de Defesa Nacional fiscal de 2024. Se aprovada, ela daria a USAF a permissão para aposentar 42 A-10 Warthog em 2024. A lei também poderá permitir a saída de 57 F-15C/D.
Mas se o projeto de lei número HR 2670, se tornar lei, a USAF não poderá cortar mais nenhum A-10, até que mostre aos legisladores um plano de como conduzir missões de apoio aéreo aproximado com eficiência.
Esta proposta, incluída em um rascunho do NDAA divulgado na segunda-feira dia 12/06 pelo painel de forças aéreas e terrestres táticas do Comitê de Serviços Armados da Câmara, deixaria o serviço com 218 A-10C. Isso atenderia totalmente à solicitação feita pela USAF em sua proposta de orçamento para o FY24 em março.
O A-10 tem sido alvo por anos de discussões por parte dos legisladores e da USAF sobre sua aposentadoria. A Força Aérea vinha argumentado o que o A-10 seria vulnerável para atuar no cenário de missões de Apoio Aéreo Aproximado, calçando afirmação no que viu nos conflitos do Afeganistão e do Iraque. Por isto, pediu a Congresso que liberasse a sua retirada de serviço, e com isto, os recursos para manter eles voando poderiam ser aproveitados em necessidades mais importantes.
Mas o Congresso sempre rejeitou o pedido da USAF — até que no ano passado, concordou em permitir que o serviço começasse a aposentar os primeiros 21 A-10C em 2023, acenando com uma favorável continuidade para 2024. Este acesso está na NDAA, que permitirá que mais 42 células sejam retiradas. Porém, o mesmo NDAA, impõem que nada seja desativado sem um plano concreto para conduzir missões de apoio aéreo aproximado; missões de controle aéreo avançado e missões de busca e resgate de combate, incluindo especificar quantas unidades e tripulações seriam necessárias para conduzir essas missões.
O NDAA também concederia o pedido da Força Aérea para aposentar 57 caças F-15C e F-15D, alguns dos quais com quatro décadas de serviço. Mas os legisladores querem ver mais informações da USAF e US Navy sobre seus programas Next Generation Air Dominance e de drones Loyal Wingman. A ideia é que os serviços enviam relatórios de progresso sobre o desenvolvimento e amadurecimento tecnológico desses programas. Isso incluiria preços unitários e por hora de voo. Saída dos F-15 estaria condiciona a este relatório convincente por parte da USAF. Outro ponto, exigido ao US DoD, são dados sobre o desenvolvimento do Bloco 4 do F-35, mostrando seu status e previsão.
@CAS
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