

Tensão cresce ao redor do Irã e um ataque parece ser iminente nas próximas horas. Uma ação militar dos EUA no Irã parece cada vez mais provável. Nas últimas 24h, agências de notícias estão informando que Donald Trump parece ter decidido por um ataque militar contra o Irã, que poderá ocorrer nas próximas horas.
Os EUA ameaçam atacar o Irã novamente, desta vez em solidariedade às centenas de milhares de iranianos comuns que foram às ruas para se opor ao regime linha-dura em Teerã. Isto está gerando uma forte tensão, em meio a um governo dos Aiatolás fragilizado politica e economicamente, que ao que parece, só se mantém no poder pela força, reprimindo protestos, contanto internet e prendendo dissidentes, alguns até condenados a morte por traição.
No sábado, dia 10/01, o presidente Donald Trump usou a sua rede, a Truth Social, para expressar apoio aos manifestantes iranianos. “O Irã está olhando para a LIBERDADE, talvez como nunca. Os EUA estão prontos para ajudar!”, escreveu. Desde então, movimentos militares estão sendo vistos nas últimas 24 horas. Entre eles a chegada do grupo de batalha do porta-aviões USS Theodore Roosevelt ao Mar Vermelho.
Os Estados Unidos estão retirando parte de seu pessoal de bases no Oriente Médio, disse um funcionário americano nesta quarta-feira (14/01), depois que um alto funcionário iraniano afirmou que Teerã havia alertado os países vizinhos de que atacaria bases americanas caso Washington as atacasse.

O Reino Unido também estava retirando parte de seu pessoal da base aérea de Al-Udeid no Catar, antecipando possíveis ataques dos EUA. O Ministério da Defesa britânico não se pronunciou de imediato.
“Todos os sinais indicam que um ataque dos EUA é iminente, mas é assim que esta administração se comporta para manter todos em alerta. A imprevisibilidade faz parte da estratégia”, disse um oficial militar americano à Reuters na quarta-feira (14/01).
Enquanto a liderança iraniana tenta conter a pior onda de protestos internos já enfrentada pela República Islâmica desde sua fundação em 1979, Teerã busca dissuadir as repetidas ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, de intervir em favor dos manifestantes antigoverno. Relatos de 14 de janeiro de 2026, falam em mais de 3500 mortos. Números difíceis de serem conformados, dada a censura e corte de meios de comunicação com o exterior.
Segundo analistas, é improvável que um novo ataque dos EUA contra a República Islâmica seja semelhante aos ataques pontuais que atingiram três alvos nucleares no verão passado. Um ataque em apoio aos manifestantes precisaria se concentrar em uma série de centros de comando e outros alvos relacionados à Guarda Revolucionária Islâmica do Irã (IRGC), às suas forças afiliadas Basij e à polícia iraniana, sendo as principais organizações responsáveis pela sangrenta repressão à dissidência. Mas esses centros de comando estão localizados em áreas povoadas, o que significa que existe um risco substancial de que ataques aéreos dos EUA matem os mesmos civis que Trump está tentando apoiar, dizem os analistas.

No Oriente Médio há vários movimentos no Catar, Israel e Jordânia. Sistema de defesa aérea Iron Dome está sendo instalado em bairros de Jerusalém e de outras cidades, em um movimento similar a dos dias de conflito com o Irã em junho passado. Também hoje foram vistos movimentos de aeronaves KC-135R sobre o Oceano Pacífico, costa leste do EUA, em movimentos que lembrou muito a Operação Martelo da Meia-Noite em junho de 2025.

A Lufthansa tornou-se a primeira grande companhia aérea a sinalizar uma retirada significativa dos céus de Israel, instruindo seus funcionários a se prepararem para deixar o país e anunciando uma ampla suspensão de voos em meio a crescentes preocupações com a segurança, enquanto o país acompanha de perto a possibilidade de um ataque militar dos EUA ao Irã e o consequente ataque retaliatório em seu território.
Nesta noite, há relatos de caças sobre Basra, no sul do Iraque rumo ao Irã. Há relatos de interrupções no sinal de GPS em todo o oeste e sul do Irã. Movimento similares foram vistos Golfo Pérsico.
O espaço aéreo sobre o Irã parece estar se esvaziando rapidamente, sem que novos voos recebam permissão para entrar no espaço aéreo iraniano.
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