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Senado americano revoga a autorizações para as guerras no Iraque e Golfo

11 de abril de 2023
Senado americano revoga a autorizações para as guerras no Iraque e Golfo (Foto: Sputinik).
Senado americano revoga a autorizações para as guerras no Iraque e Golfo (Foto: Sputinik).

Senado americano revoga a autorizações para as guerras no Iraque e Golfo. O senado americano votou por 66 a 30 na quarta-feira – 29/03, o ato para revogar a autorização para o uso de força militar dada pelo ex-presidente George W. Bush há 20 anos, para invadir o Iraque, na chama Operação Iraq Freedown e, curiosamente, por seu pai em 1990, o ex-presidente George Herbert Walker Bush para a guerra do Golfo 91, a Operação Desert Storm.

É o primeiro movimento significativo sobre o assunto em anos e ocorre apenas alguns dias após o 20º aniversário da invasão americana do Iraque. Mais de 4.500 militares americanos morreram lá nas décadas seguintes. A retirada das tropas americanas no Iraque foi gradativa e ocorreu entre 20 de março de 2020 a 9 de dezembro de 2021.

A votação do Senado é para revogar o projeto de lei de 2002 — juntamente com uma autorização similar para a guerra do Golfo de 1991, para repelir a invasão do Kuwait por Saddam Hussein. Este é um marco significativo nos esforços do Congresso de recuperar a autoridade bélica, garantindo que os futuros presidentes não possam invocar estas autorizações como uma justificativa para uma nova intervenção militar no Oriente Médio.

“O inimigo contra o qual declaramos guerra em 1991 e de 2002 não existem mais. O Iraque é uma nação muito diferente”, disse o senador Tim Kaine.

O ex-presidente Donald Trump invocou a autorização da guerra no Iraque de 2002 como parte de sua justificativa legal para matar o general iraniano Qasem Soleimani, então comandante da Força Quds do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica, por meio de um ataque aéreo efetuado por um MQ-9, quando viajava dentro do Iraque em 2020.

Apenas 36% dos americanos acreditam que os EUA estavam certos em invadir o Iraque, de acordo com uma pesquisa Axios/Ipsos realizada este mês. Esse número contrasta fortemente com uma pesquisa da Pew Research de 2002 realizada nos meses anteriores à autorização do Congresso, que descobriu que 73% dos americanos apoiavam a invasão do Iraque.

Os senadores Tim Kaine e Todd Young, co-patrocinadores do projeto de lei, disseram que a mudança é importante não apenas para fins de contabilidade em tempo de guerra, mas também para sinalizar uma sensação de conclusão para os milhões de militares que lutaram no Oriente Médio. A Casa Branca emitiu uma declaração endossando a revogação de Kaine-Young, observando que isso não afetaria os 2.500 soldados americanos atualmente estacionados no Iraque.

Essas tropas estão estacionadas lá para combater células adormecidas do Estado Islâmico sob uma autorização militar a parte datada de 2001 e aprovada pelo Congresso após os ataques de 11 de setembro para atingir a Al Qaeda no Afeganistão. Desde então, quatro presidentes usaram a autorização militar de 2001 para justificar mais de 40 operações militares em pelo menos 19 países em todo o mundo, incluindo Iraque e Síria.

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