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Marinha substitui helicóptero por drone na atualização de cartas náuticas

13 de janeiro de 2024
Marinha substitui helicóptero por drone na atualização de cartas náuticas (Fotos: MB).
Marinha substitui helicóptero por drone na atualização de cartas náuticas (Fotos: MB).

Marinha substitui helicóptero por drone na atualização de cartas náuticas. Para manter a atualização e a precisão das cartas náuticas em Águas Jurisdicionais Brasileiras, vitais para a segurança da navegação, a Marinha do Brasil (MB) tem empregado drones. O uso dessas aeronaves traz benefícios, como facilidade de armazenamento e de transporte, segurança, rapidez, além da redução de custos operacionais.

Antes de adotar o uso de drones, a atualização das cartas na linha costeira era feita com helicópteros UH-12 Esquilo da MB equipados com o Sistema Aerotransportado de Aquisição e Pós-Processamento de Imagens. As missões com esse Sistema tinham um custo aproximado de R$ 110 mil, enquanto a média de custo atual usando drones caiu cerca de 80%, ficando em aproximadamente R$ 20 mil.

Segundo o Capitão de Fragata Anderson Barbosa da Cruz Peçanha, Superintendente de Segurança da Navegação do Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), é esperado um impacto positivo crescente na eficiência operacional e na qualidade das cartas náuticas após a adoção do uso dos drones. “Espera-se um aumento na qualidade das cartas náuticas nas mais variadas escalas disponíveis, uma vez que a incerteza inerente às imagens satélites pode, em algumas situações, inviabilizar o seu uso para a atualização de contorno em cartas náuticas de grande escala. Cartas de grande escala são aquelas com maior nível de detalhamento. Normalmente, estão associadas às áreas onde a navegação é considerada crítica, como as cartas que cobrem regiões de portos e atracadouros,” ressalta.

Helicóptero UH-12 Esquilo, utilizado anteriormente para esta missão (Foto: MB).
Helicóptero UH-12 Esquilo, utilizado anteriormente para esta missão (Foto: MB).

O CHM está utilizando drones desde 2022, por meio de mosaicos de imagens capturadas pelos equipamentos. Essa fronteira entre o mar e a terra é dinâmica e está em constante mudança devido a processos naturais, como a erosão e a sedimentação. Já foram coletados dados nos estados do Rio de Janeiro, Alagoas, Santa Catarina, Bahia, Pernambuco e Rio Grande do Norte. Em 2024, a previsão é de que esse trabalho deve ser feito na Paraíba e no Rio Grande do Sul.

Fonte: Agência Marinha de Notícias

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