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FAB e Airbus esperam assinar a conversão dos MRTT neste ano

11 de setembro de 2023
FAB e Airbus esperam assinar a conversão dos MRTT neste ano (Foto: FAB).
FAB e Airbus esperam assinar a conversão dos MRTT neste ano (Foto: FAB).

FAB e Airbus esperam assinar a conversão dos MRTT neste ano. A Força Aérea Brasileira (FAB) espera assinar um contrato com a Airbus Defence & Space até o final deste ano, com o objetivo de converter seus dois Airbus A330-200 (designação militar C-30) para a versão Multi-Role Tanker Transport (MRTT), quando passará a ser designado KC-30.

“A conversão do MRTT está em negociação e o contrato está previsto para ser assinado em dezembro deste ano. A FAB entregará a primeira aeronave à Airbus em 2025 e a segunda em 2026”, disse um Oficial Militar familiarizado com o processo, sob anonimato, ao portal FlightGlobal.

Imagem ilustrativa do A330 MRTT configurado para REVO com mangueiras e cestos (Fonte: Airbus).
Imagem ilustrativa do A330 MRTT configurado para REVO com mangueiras e cestos (Fonte: Airbus).

O processo de conversão será realizado nas instalações da Airbus, em Getafe, na Espanha, e leva em média um ano para cada aeronave. Espera-se que elas estejam operacionais em 2026 e 2027, respectivamente.

Adquiridos de companhias aéreas comerciais, os dois widebodies da FAB, matrículas 2901 e 2902, foram introduzidos em serviço em julho e novembro de 2022, respectivamente. Desde sua entrada em serviço, eles são utilizados apenas em missões de transporte de passageiros e cargas, como faziam nas linhas comerciais.

C-30 FAB 2902 decolando de Porto Alegre (Foto: Leandro Casella).
C-30 FAB 2902 decolando de Porto Alegre (Foto: Leandro Casella).

A fonte militar abordada pela FlightGlobal durante a conferência Military Airlift da Defense IQ, realizada em Londres no último dia 05/09, informou que após a conversão, os futuros KC-30 brasileiros terão capacidade para realizar missões reabastecimento em voo com cestas e mangueiras (probe & drogue), transporte de tropas, transporte de cargas e evacuação aeromédica. Neste último caso, os MRTT terão duas estações UTI (Unidade de Terapia Intensiva) e seis para cuidados leves.

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