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Boeing registrou prejuízo de US$ 565 milhões com o programa KC-46 Pegasus no final de 2025

3 de fevereiro de 2026

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Boeing registrou prejuízo de US$ 565 milhões com o programa KC-46 Pegasus no final de 2025. Foto: Boeing.
Boeing registrou prejuízo de US$ 565 milhões com o programa KC-46 Pegasus no final de 2025. Foto: Boeing.

Boeing registrou prejuízo de US$ 565 milhões com o programa KC-46 Pegasus no final de 2025. A Boeing anunciou na terça-feira (27/01), que registrou um prejuízo de US$ 565 milhões com o KC-46 Pegasus, no quarto trimestre de 2025. Este foi mais um resultado negativo no programa do seu avião-tanque multifuncional, que acumula mais de US$ 8 bilhões em prejuízos ao longo dos anos.

Em uma teleconferência com investidores, a CEO da Boeing, Kelly Ortberg, reconheceu que o prejuízo é “decepcionante”, mas afirmou que a estão sendo observados sinais encorajadores no desempenho operacional da aeronave, “o que é um bom presságio para o futuro do programa”.

O Diretor Financeiro da Boeing, Jay Malave, destacou o recente pedido da USAF para mais 15 KC-46 é um sinal positivo para a empresa, que contribuiu para os US$ 15 bilhões em encomendas da Boeing Defense Space and Security no último trimestre do ano passado.

A Boeing afirmou que os resultados negativos do programa KC-46 foram impulsionados pelo o aumento de custos na cadeia de suprimentos e pelas despesas de suporte à produção em sua fábrica de Everett, em Washington.

Segundo a CEO da empresa, a maior parte do prejuízo do KC-46 se deveu aos custos mais elevados de produção das estruturas do Boeing 767, a aeronave que serve como base para o KC-46, portanto, são despesas que não se refletem em outros programas de defesa da empresa.

Esses custos adicionais levaram a empresa a melhorar a qualidade de engenharia em Everett, onde os KC-46 são produzidos. Segundo Jay Malave, já no segundo semestre de 2025 foi registrada uma redução de 20% no trabalho que precisava ser refeito.

A Boeing espera que ao longo deste ano tenha uma visão mais clara sobre o custo do próximo lote de KC-46, quando todos sentarão à mesa para discutir os valores do projeto. “Este contrato tem sido ruim na última década. Ao termos uma nova oportunidade para renegociar os preços, queremos garantir que seja um contrato justo para que possamos ter lucro”, disse Ortberg.

O Pentágono tem monitorado de perto o desempenho dos fornecedores de defesa, especialmente no cumprimento dos prazos de entrega. Pelo c cronograma, a Boeing deverá entregar 19 novos KC-46 neste ano de 2026.

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