

Airbus defende a permanência do UH-72A, após não ser selecionada no Flight School Next pelo US Army. A Airbus continua a defender a manutenção do UH-72A Lakota como o principal helicóptero de treinamento do Exército dos EUA, apesar de ter ficado de fora da concorrência justamente para o contrato que irá escolher o seu substituto.
A Airbus apresentou uma proposta que reduz os custos de treinamento do US Army, ao mesmo tempo que atende aos seus objetivos de treinamento propostos. Mesmo assim, o US Army escolheu para a próxima fase três outros concorrentes — Bell, Lockheed Martin e M1 — para o processo de licitação do programa Flight School Next.
Com o objetivo de redirecionar o treinamento de pilotos para habilidades básicas de voo e reduzir a complexidade da estrutura de contratação para o treinamento inicial de asa rotativa (Initial Entry Rotary Wing — IERW) em Fort Rucker, Alabama, o US Army decidiu no ano passado abandonar o UH-72A como aeronave de treinamento principal.
O programa Flight School Next pretende selecionar uma plataforma de pequeno porte — o Bell 505 ou o Robinson R66, oferecido pelas equipes lideradas pela M1/Lockheed — e consolidar quatro contratos atualmente utilizados para treinamento IERW em um único contrato. A decisão rejeita os argumentos apresentados por representantes da Airbus de que o UH-72A pode ser utilizado para focar no desenvolvimento de habilidades básicas de voo.
“Nossa solução é acessível, sustentável, mantém o treinador de asa rotativa mais seguro da história de Fort Rucker e honra o investimento de US$ 2,2 bilhões do contribuinte americano no programa”, disse a Airbus.
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