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A Ucrânia nega que haja pilotos “mercenários” de F-16 atuando em sua força aérea

21 de fevereiro de 2026
A Ucrânia nega que haja pilotos "mercenários" de F-16 atuando em sua força aérea. Foto: MoD UKR.
A Ucrânia nega que haja pilotos “mercenários” de F-16 atuando em sua força aérea. Foto: MoD UKR.

A Ucrânia nega que haja pilotos “mercenários” de F-16 atuando em sua força aérea. Após informações divulgadas em 18/02, de que a Ucrânia estava usando pilotos estrangeiros contratados para lutar, o Ministério da Defesa do país veio a público negar a informação de “pilotos mercenários” a serviço da UAF.

Como publicamos ontem, a publicação francesa Intelligence Online trouxe a notícia de que pilotos americanos e holandeses da reserva de F-16 teriam sido contratados para atuar em missões de combate na guerra contra a Rússia, que está completando 4 anos no dia 24 de fevereiro.

Eles estariam voando em um esquadrão misto, composto por pilotos ucranianos, americanos e holandeses, dedicado a proteger o espaço aéreo de Kiev. Esses veteranos experientes estão sendo destacados, em particular, para auxiliar na defesa contra mísseis de cruzeiro e drones russos e atuariam em rotações de seis meses.

A publicação afirma que os pilotos estrangeiros não fazem parte da cadeia de comando clássica ucraniana, mas operam sob contratos temporários, porém renováveis, de seis meses, em uma função semelhante à de contratados especializados. Ele afirma: “Eles não ocupam nenhum cargo oficial na hierarquia ucraniana, apesar de suas carreiras anteriores, e não constam em listas de pessoal disponíveis ao público. Os F-16 são usados ​​para patrulhas, frequentemente à noite, a fim de maximizar a cobertura do radar e a capacidade de resposta rápida em um céu saturado de sinais e interferências.”

Sem citar nomes, as informações que originalmente circularam em vários grupos na Internet afirmam que pilotos americanos realizaram inúmeras missões de combate no Afeganistão e em outros lugares, enquanto “vários” pilotos holandeses são altamente treinados nas melhores escolas de combate aéreo da Europa.

Kiev respondeu à reportagem, negando-a. Horas depois da publicação, um porta-voz da Força Aérea Ucraniana, Yuriy Ignat, ironizou:

“E o Tom Cruise está liderando o esquadrão.”

Ele fez uma ironia ao mesmo tempo que negou que existam pilotos estrangeiros voando missões de guerra pela Ucrânia contra a Rússia. A negativa não confirma que não existam pilotos estrangeiros, operando de forma como “contratados”, dada a falta de pilotos de caça.

Piloto de F-16 embarca em seu caça para mais uma missão na Ucrânia. Foto: MoD UKR.
Piloto de F-16 embarca em seu caça para mais uma missão na Ucrânia. Foto: MoD UKR.

Vale lembrar que o próprio Exército da Ucrânia tem feito recrutamento de estrangeiros como mercenários, pagando em dólar. Soldados de várias nações foram lutar na Europa, inclusive brasileiros.

Kiev já declarou que a escassez de pilotos treinados é um fator limitante ainda maior do que a falta de caças. Os europeus doaram dezenas de F-16, bem como alguns Mirage 2000, mas operá-los é uma questão completamente diferente. O número de pilotos é um dos indicadores mais importantes da capacidade estratégica de qualquer força aérea. A Ucrânia informou ter treinado quase 100 pilotos cadetes até 2025, além de esforços mais amplos para treinar engenheiros, técnicos e outros especialistas em aviação.

Como em qualquer grande guerra, a verdadeira extensão da ajuda ocidental à Ucrânia e a verdadeira extensão da ajuda chinesa e norte-coreana à Rússia só serão conhecidas décadas após o término da guerra.

Antes da chegada dos F-16 à Ucrânia, alguns ex-pilotos americanos comentaram repetidamente que conheciam vários ex-pilotos de caça que estariam dispostos a pilotar os F-16 na Ucrânia, caso as condições permitissem. Não é incomum na história, pilotos terem se voluntariado para auxiliar a combater inimigos. Foi assim na Indochina com o AVG, na Batalha da Grã-Bretanha, na Guerra da Coreia e em vários conflitos na África.

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