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A Skunk Works testa inteligência artificial capaz de evadir mísseis no X-62A

25 de fevereiro de 2026

Secretary of the Air Force Frank Kendall flies in the X-62 VISTA in the skies above Edwards Air Force Base, California, May 2. (Air Force photo by Richard Gonzales)

SA Skunk Works testa inteligência artificial capaz de evadir mísseis no X-62A. Foto: USAF/Richard Gonzales.
SA Skunk Works testa inteligência artificial capaz de evadir mísseis no X-62A. Foto: USAF/Richard Gonzales.

A Skunk Works testa inteligência artificial capaz de evadir mísseis no X-62A. Em um teste recente, a divisão Skunk Works da Lockheed Martin demonstrou a capacidade de seu software de autonomia de assumir o controle de um caça e se esquivar de um míssil simulado. Foi a primeira vez que a empresa testou inteligência artificial tática em sua plataforma de testes X-62A F-16.

O X-62A VISTA (Variable Stability In-flight Simulator Test Aircraft) é uma aeronave F-16D experimental da USAF que recebeu uma nova designação para os ensaios da Lockheed Martin (Skunk Works) e da Calspan para testar Inteligência Artificial e autonomia avançada, visando implantar em aeronaves de 5ª e 6ª geração.

OJ Sanchez, vice-presidente e gerente geral da divisão Skunk Works da Lockheed Martin, descreveu o recente teste a repórteres antes do Simpósio de Guerra Aérea da Associação das Forças Aéreas e Espaciais, realizado aqui em 23 de fevereiro. O projeto, denominado “Have Remy”, ocorreu no final do ano passado na Base Aérea de Edwards, na Califórnia, onde a Escola de Pilotos de Teste da Força Aérea opera a aeronave de teste Lockheed e Calspan X-62 VISTA.

Durante o teste, o X-62 detectou um lançamento simulado de míssil terra-ar e o sistema de IA da Lockheed executou “manobras apropriadas” para defender a aeronave sem a intervenção do piloto, afirma Sanchez. Antes do teste, a IA foi treinada com “bilhões de missões simuladas usando o motor de simulação Supermassive da Skunk Works”, diz a empresa.

O sistema de IA assumiu o controle da aeronave, realizando manobras defensivas — atingindo pouco menos de 6g e não baixando de Mach 0,8, diz Sanchez.

O teste “Have Remy” foi um teste inicial, e a Lockheed Martin planeja usá-lo como ponto de partida para outros testes, incluindo o uso de mais sensores na aeronave, afirma Sanchez. O teste recebeu esse nome dos pilotos envolvidos, em referência ao filme da Disney “Ratatouille”, no qual o rato Remy controla um chef humano.

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