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Marinha e Taurus celebram parceria para o desenvolvimento de novos armamentos e drones para o CFN

13 de fevereiro de 2026
Marinha e Taurus celebram parceria para o desenvolvimento de novos armamentos e drones para o CFN. Foto: Marinha do Brasil.
Marinha e Taurus celebram parceria para o desenvolvimento de novos armamentos e drones para o CFN. Foto: Marinha do Brasil.

Marinha e Taurus celebram parceria para o desenvolvimento de novos armamentos e drones para o CFN. A Marinha do Brasil (MB), por meio do Corpo de Fuzileiros Navais (CFN), e a empresa Taurus Armas S/A, celebraram em 10 de fevereiro, a assinatura Protocolo de Intenções com o propósito de estabelecer uma cooperação voltada a estudos técnicos para o desenvolvimento de novos equipamentos militares.

O acordo tem a missão de desenvolver estudos de novos sistemas de armas leves e coletivas, bem como drones armados, projetados especificamente para os diversos ambientes onde a Marinha opera, em consonância com as diretrizes da Estratégia Nacional de Defesa (END).

A parceria conta com o apoio institucional do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que reforça o seu compromisso com o fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID).

“Um dos esforços grandes que o BNDES precisa fazer é o resgate da Indústria Nacional de Defesa. Hoje estamos trabalhando com a tropa de pronto emprego, representada pelos Fuzileiros Navais, a única 100% profissional, que trabalha nas mais diversas situações e que tem um destacamento de elite. Nós precisamos que essa tropa se debruce sobre a produção junto com a Taurus, que possui tecnologia secular desenvolvida. Eu vejo isso como uma semente promissora, inclusive para equipamentos mais pesados e mais sofisticados que possam ser desenvolvidos nessa parceria”, afirmou Aloizio Mercadante, presidente do BNDES, durante a cerimônia de assinatura realizada na Fortaleza de São José, no Rio de Janeiro.

Caberá ao CFN apontar as reais necessidades específicas da tropa e orientar o desenvolvimento de projetos, garantindo que as soluções estejam alinhadas aos objetivos da Força Naval. Além disso, o CFN avaliará e homologará os novos equipamentos em ambiente operacional, assegurando que eles suportem as exigências de missões reais.

“O armamento empregado pelo Fuzileiro Naval deve ser sempre o mais confiável. Disso depende a segurança dele, de todas as pessoas que estão à sua volta e daqueles que ele está protegendo. Assim, a busca por armamento desenvolvido especificamente para atender plenamente aos nossos requisitos operacionais representa uma excelente oportunidade”, disse o Almirante de Esquadra (Fuzileiro Naval) Carlos Chagas Vianna Braga, Comandante-Geral do CFN.

A Taurus atuará como o braço industrial e tecnológico, propondo as soluções que atendam aos requisitos definidos pelo CFN. A empresa também dará suporte direto à execução dos testes, disponibilizando suas instalações para garantir a qualidade e eficiência dos novos produtos.

“Essa colaboração com os Fuzileiros Navais para nós é extremamente importante. Estamos dando um passo decisivo dentro da Taurus, indo em direção ao mercado de armamento militar, que são as Minimi e calibre 5.56 mm, a 7.62 mm, e a .50. Isso é uma tecnologia que nós estamos desenvolvendo. O Brasil, a nossa Base Industrial de Defesa, tem que ampliar os seus horizontes, tem que ampliar a sua área de atuação”, disse Salesio Nuhs, CEO Global e Diretor Presidente da Taurus.

Fomento à Indústria Nacional

A iniciativa busca contribuir diretamente para o fortalecimento da Base Industrial de Defesa (BID), priorizando o uso de produtos de alta qualidade fabricados no Brasil. O objetivo é fomentar o desenvolvimento conjunto de tecnologias ainda inexistentes no mercado nacional.

O protocolo, que possui vigência de dois anos, prevê a realização de reuniões técnicas periódicas para avaliar o andamento dos estudos. As atividades serão conduzidas em regime de cooperação mútua, sem transferência de recursos financeiros entre os participantes. Caso os estudos apontem soluções viáveis, poderão ser propostos futuramente novos instrumentos jurídicos para a aquisição das tecnologias desenvolvidas.

Fonte: Agência Marinha de Notícias

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