

EUA confirma 25 F-15IA para a IAF. Os Estados Unidos aprovaram a venda de 25 novos F-15IA para Israel no último dia de 2025, concedendo à Boeing um contrato de US$ 8,6 bilhões.
Via FMS, o Pentágono declarou que a Boeing irá projetar, integrar, testar, produzir e entregar 25 aeronaves F-15IA a Israel, com opção para mais 25 aeronaves. O trabalho será realizado em St. Louis, Missouri, e o programa terá duração até o final de 2035. O contrato está entre os principais contratos de defesa dos EUA ligados a Israel nos últimos tempos e surge em meio a crescentes tensões regionais, bem como a um debate renovado em Washington sobre o apoio militar ao país.
O programa F-15IA visa substituir a frota obsoleta de caças F-15A/B/C/D de Israel, alguns dos quais datam do final da década de 1970 e complementar também os 25 aviões de ataque F-15I “Ra’am” já em serviço. Inicialmente, o setor de defesa israelense havia planejado aposentar grande parte de sua frota de F-15 até meados desta década. Esse cronograma foi adiado devido a anos de instabilidade política, incluindo seis ciclos eleitorais, além da evolução das necessidades operacionais e do início da guerra entre Israel e o Hamas.
Espera-se que o F-15IA seja baseado no F-15EX Eagle II da Boeing, adaptado às necessidades israelenses. A Boeing afirma que a plataforma oferece custos operacionais significativamente menores do que as variantes anteriores do F-15, citando reduções de cerca de 25% por hora de voo graças a motores mais eficientes, controles de voo digitais fly-by-wire e requisitos de manutenção reduzidos.

A aeronave também está equipada com um radar de varredura eletrônica ativa (AESA) e uma cabine de comando avançada com telas de grande área, projetada para fornecer às tripulações uma melhor consciência situacional em missões ar-ar e ar-solo.
NA IAF o F-15IA é considerado um complemento ao F-35I, e não um concorrente, oferecendo autonomia, capacidade de carga e flexibilidade de missão que aeronaves furtivas sozinhas não conseguem proporcionar. As entregas do F-15IA se estenderão até meados da década de 2030.
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