

14/01/2026 — EUA adia o ataque ao Irã. Os EUA cancelaram o ataque ao Irã depois que a Arábia Saudita, a Turquia e outros países da região exerceram forte pressão diplomática sobre o presidente Donald Trump, alertando que uma eventual retaliação de Teerã levaria a uma situação incontrolável.
Uma reportagem do New York Times também afirma que o primeiro-ministro Netanyahu solicitou ao presidente Trump que adiasse um possível ataque militar dos EUA ao Irã, citando preocupação com o nível de prontidão de Israel para uma resposta iraniana.
A reportagem também afirma que vários países árabes solicitaram a Trump que adiasse qualquer ataque, segundo um alto funcionário americano. A ligação ocorreu depois que Trump disse ter sido informado por “fontes muito importantes do outro lado” de que os assassinatos de manifestantes no Irã estavam cessando e que as execuções não seriam realizadas.
À medida que a situação no Irã continua a se deteriorar, cresce a preocupação com a comunidade judaica que vive naquele país. Comunidades judaicas em todo o mundo estão sendo incentivadas a orar por sua segurança, enquanto a incerteza e o medo aumentam no terreno.
O Pentágono ordenou que o porta-aviões USS Abraham Lincoln (CVN 72), juntamente com três destróieres, deixasse o Mar da China Meridional em direção ao oriente Médio pelo Mar, sinalizando uma ação militar dos EUA. Além deste, o USS Theodore Roosevelt (CVN-71), vindo do Mar Vermelho.

Normalmente, as ações dos EUA não ocorrem sem o apoio direto de porta-aviões, e talvez, a estratégia americana seja retardar as ações até a cobertura dos grupos de batalha dos CVN 71e 72, estejam em posição. A estimativa é que o CVN 72 leve de 8 a 9 dias e o CVN 71 3 a 4 dias, dependendo das condições de mar para estarem em posição. Isto daria ao Irã mais uma semana ou pouco mais.
Os primeiros relatos vindos do Irã apontam para grandes preparativos no país. Segundo esses relatos, o Irã planeja um ataque sem precedentes contra alvos hostis, descrito como um ataque de abertura. A Embaixada dos EUA em Jerusalém emitiu um alerta de segurança afirmando que, “dadas as tensões regionais em curso“, os cidadãos americanos devem “revisar seus planos de viagem em caso de interrupções e tomar as decisões apropriadas para si e suas famílias”.
Segundo relatos, Israel está se preparando para um possível ataque ao Irã, em meio ao aumento das tensões após as declarações do presidente Trump e as ameaças abertas de altos funcionários em Teerã. As Forças de Defesa de Israel (IDF) estão se preparando para uma escalada mais ampla que poderia incluir o lançamento de mísseis, drones explosivos e ciberataques contra o território israelense.
O Espaço aéreo do Irã, que estava fechado por NOTAM por duas horas na noite de 13/01, voltou a abrir hoje (14/01), porém com menos tráfegos e muitos destes apenas cruzando o território. A questão agora é de tempo. Se haverá o ataque, e sendo assim quando, ou uma alternativa está para acontecer. O fato é que o regime islâmico está mais enfraquecido que nunca, e carregando o peso de mais de 3 mil mortos.

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